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	<title>Arquivos Tratamento de Dor Orofacial - JRG</title>
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	<description>Odontologia</description>
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	<title>Arquivos Tratamento de Dor Orofacial - JRG</title>
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		<title>&#8220;Dores Orofaciais &#8211; Diagnostico e Tratamento&#8221;,</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 10:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tratamento de Dor Orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[Dr.Âª Tanit Ganz Sanchez]]></category>
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		<category><![CDATA[Sabrina de Souza Teixeira Lima]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento e diagnostico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o livro sobre dor orofaciais que teve a particaÃ§Ã£o da Dr.Âª Sabrina.</p>
<p>O post <a href="https://jrgodontologia.com.br/dores-orofaciais-diagnostico-e-tratamento/">&#8220;Dores Orofaciais &#8211; Diagnostico e Tratamento&#8221;,</a> apareceu primeiro em <a href="https://jrgodontologia.com.br">JRG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/29171173.jpg"></a><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/29171173.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-239" title="Dor orofacial" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/29171173-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A Dr.Âª Sabrina de Souza Teixeira Lima colaborou com o livro &#8220;Dores Orofaciais &#8211; Diagnostico e Tratamento&#8221;, dos autores, Jacobsen Manoel Teixeira e José Tadeu Tesseroli de Siqqueira.</p>
<p>OÂ texto escrito pela Dr.Âª Sabrina aborda o tema sobre zumbido,Â assunto que foi oÂ tema da sua monografia de conclusão de curso de pós-graduação em dor orofacial e disfunção temporomandibular, Hospital das Clinicas FMUSP.</p>
<p>O capítulo foi escrito junto com Dr.Âª Tanit Ganz Sanchez, que é professora associada livre-docente da disciplina de Otorrinolaringologia da FMUSP e Â Presidente e diretora do Instituto Ganz Sanchez, e Marcos Venturini Ferreira, que é dentista especialista em dor e DTM.</p>
<p>Outas informações sobre este assunto podem ser vistas no site:</p>
<p><a href="http://www.institutoganzsanchez.com.br/" target="_blank">http://www.institutoganzsanchez.com.br/</a></p>
<p>Livro pode ser adquirido pelo link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=29171173&amp;sid=18756812713127682961553318" target="_blank">http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=29171173&amp;sid=18756812713127682961553318</a></p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=SIQUEIRA,+JOSE+TADEU+TESSEROLI+DE&amp;modo_busca=A"></a></p>
<p>O post <a href="https://jrgodontologia.com.br/dores-orofaciais-diagnostico-e-tratamento/">&#8220;Dores Orofaciais &#8211; Diagnostico e Tratamento&#8221;,</a> apareceu primeiro em <a href="https://jrgodontologia.com.br">JRG</a>.</p>
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		<title>Você sabe o que é Bruxismo?</title>
		<link>https://jrgodontologia.com.br/voce-sabe-o-que-e-bruxismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[JRG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 21:01:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tratamento de Dor Orofacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bruxismo Ã© o hÃ¡bito de apertar e ranger os dentes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruximos1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-135" title="bruximos1" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruximos1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP) o define como sendo uma atividade parafuncional diurna ou noturna incluindo o ranger, apertar e cerrar dos dentes. Atualmente, o bruxismo pode ser diagnosticado por meio do exame do sono chamado polissonografia. Além disso, existem outros fatores que auxiliam o diagnóstico como o relato do parceiro de quarto e a presença de facetas de desgaste nos dentes.</p>
<p><strong>Â </strong><strong>Classificação</strong></p>
<p>Tanto o bruxismo diurno quanto o noturno podem ser classificados como:</p>
<p>&#8211; <em>Primário</em>: quando ocorrem sem causa específica;</p>
<p>&#8211; <em>Secundário</em>: quando ocorrem na presença de distúrbios neurológicos ou psiquiátricos (doença de Parkinson, depressão e esquizofrenia), ou em decorrência de uso de medicação (neurolépticos, anfetaminas, antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina).</p>
<p>Â <strong>Quem pode sofrer com isso?</strong></p>
<p>A prevalência varia de acordo com a faixa etária. Números aproximados indicam que o bruxismo do sono está presente em:</p>
<p>&#8211; 20% das crianças;</p>
<p>&#8211; 8% dos adultos;</p>
<p>&#8211; 3% dos idosos.</p>
<p>Â <strong>Por que o bruxismo acontece?</strong></p>
<p>As causas ainda não estão claramente definidas. Há indícios que seja multifatorial, envolvendo fatores periféricos (como o formato dos dentes e a maneira como eles se tocam) e fatores centrais (como a neurofisiologia do sono: despertares do sono e alterações nas reações químicas cerebrais). Mesmo com a associação entre oclusão e bruxismo, não há evidência de que a correção da má oclusão conduza Ã  resolução do caso.</p>
<p>Â <strong>O estresse pode causar bruxismo?</strong></p>
<p>O bruxismo pode ser <em>influenciado</em> por fatores sociais e psicológicos (estresse e ansiedade), variando de acordo com o grau de tensão emocional. Porém, ele também pode estar presente em pessoas que não se encaixam nesse perfil psicológico.</p>
<p>Â <strong>Bruxismo, Dor e DTM</strong></p>
<p>O bruxismo, por muito tempo, foi considerado uma das causas de DTM e acreditava-se que o controle da dor associada ao quadro estava diretamente ligado Ã  diminuição dos episódios de bruxismo.</p>
<p><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruximos2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-136" title="bruximos2" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruximos2-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Â A dor presente em pacientes com bruxismo, ocorre devido Ã  fadiga de alguns músculos da mastigação, principalmente o masseter e o temporal, decorrente do ranger ou apertar dos dentes durante o sono.</p>
<p>Â Hoje sabemos que não é possível estabelecer a relação causa-efeito entre bruxismo e DTM, mas podemos considerar o bruxismo como um fator que <em>contribui</em> para o quadro de DTM.</p>
<p>Â <strong>Consequências do Bruxismo</strong></p>
<p>As possíveis consequências do bruxismo são:</p>
<p>&#8211; desgaste ou fraturas de dentes;</p>
<p>&#8211; dores crônicas na face;</p>
<p>&#8211; dor de cabeça ao acordar;</p>
<p>&#8211; cansaço mandibular ao acordar;</p>
<p>&#8211; dor cervical;</p>
<p>&#8211; travamento da mandíbula;</p>
<p>&#8211; dificuldade de abrir totalmente a boca;</p>
<p>&#8211; alterações na ATM;</p>
<p>&#8211; mordida desconfortável.</p>
<p>Â <strong>Tratamento</strong></p>
<p>O tratamento para o bruxismo do sono pode englobar diversas modalidades incluindo medicação, higiene do sono, relaxamento, terapia comportamental e placas intra-orais.</p>
<p>As placas são indicadas com a finalidade de proteger os dentes e/ou de reduzir dores nas estruturas orofaciais relacionadas.</p>
<p>Visando também o controle da dor muscular ou articular que pode estar associada ao bruxismo, a utilização de aparelhos de laser e TENS também é indicado.</p>
<p>Â <strong>Curiosidade: Entendendo o bruxismo e o sono</strong></p>
<p>O sono é composto por cinco fases: estágios 1, 2, 3 e 4 e sono REM. Essas fases são cíclicas e se repetem de 4 a 5 vezes durante a noite.</p>
<p><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruxismo3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-137" title="bruxismo3" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/bruxismo3-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Â Ã possível que o bruxismo ocorra em breves intervalos em que o cérebro esteja mudando de estado de sono para o estado de despertar (ou vigília). Estes períodos são chamados de <em>micro-despertares</em> e são definidos por mudanças abruptas na atividade cerebral que duram de 3 a 15 segundos. Durante esses períodos, ocorre aumento do ritmo cardíaco e do tônus muscular.</p>
<p>Além disso, a atividade da musculatura da mastigação inicia-se minutos antes do estágio do sono REM, sugerindo que algum mecanismo relacionado com a transição dos estágios do sono esteja envolvido com neurônios responsáveis pela contração muscular, facilitando, assim, o início do bruxismo.</p>
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		<title>Dor orofacial e cefaleia</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 13:51:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mastigaÃ§Ã£o Ã© essencial para o equilÃ­brio das estruturas orofaciais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#65279;<a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/dor1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-139" title="dor1" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/dor1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/dor1.png"></a>A<span style="font-size: small;"> dor de cabeça, ou cefaleia, pode ser um sintoma comum a diversas condições médicas e odontológicas. Segundo a Sociedade Internacional de Cefaleia, existem mais de 150 modalidades desse tipo de dor.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para se ter uma noção da prevalência no Brasil, de acordo com os neurologistas Fernando Kowacs e Liselotte Barea, membros da Sociedade Brasileira de Cefaleia, os jovens adultos entre 30 e 39 anos são os que mais sofrem com a enxaqueca.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Â </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Â </span><strong><span style="font-size: small;">Classificação</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Elas podem ser divididas em dois grandes grupos:</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8211; Cefaleias Primárias: aquelas em que a dor de cabeça é a própria doença. A migrânea (ou enxaqueca) é a mais conhecida;</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8211; Cefaleias Secundárias: aquelas em que a dor de cabeça faz parte dos sintomas de outra doença. Existem várias origens para essa dor e as fontes odontológicas são responsáveis por algumas delas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Â </span><strong><span style="font-size: small;">Dor Orofacial e Cefaleia</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">A face, composta predominantemente pelo aparelho mastigatório, apresenta diversas estruturas que podem ser fontes de dor. Os problemas dentários, dos maxilares, dos músculos da mastigação e das articulações temporomandibulares (ATM) são as fontes mais frequentes.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><a href="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/dor2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-141" title="dor2" src="https://jrgodontologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/dor2-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></span></p>
<p><span style="font-size: small;">Normalmente, as dores orofaciais são localizadas apenas no segmento facial. Porém, algumas características da dor como intensidade, frequência, recorrência e tempo de duração podem gerar o que chamamos de <strong><em>sensibilização do sistema nervoso central</em></strong>.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Esse processo de sensibilização pode apresentar como consequência um espalhamento da dor, tornando-a difusa, mal localizada e muitas vezes <strong><em>irradiada ao crânio e ao pescoço</em></strong>. Dessa forma o paciente acaba se queixando de dores na cabeça.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Embora muitas cefaleias e dores orofaciais sejam de fácil diferenciação, existem áreas limítrofes em que há dificuldade diagnóstica, ou ainda, <strong><em>casos mistos</em></strong> em que as dores na face coexistem com cefaleias primárias, o que dificulta a abordagem profissional devido aos sintomas inespecíficos relatados pelos pacientes e ao caráter atípico da dor.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os profissionais com experiência no tratamento de dores crônicas estão habituados a atender justamente esse grupo de pacientes devido ao treinamento que receberam voltado para o processo de diagnóstico.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ã de extrema importância que as pessoas que apresentem dores de cabeça frequentes sejam avaliadas por profissionais capacitados para fazer o diagnóstico do problema que as acomete.</span></p>
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